Foto: Wilder/arquivo

As exposições em Portugal que nos inspiram

A não perder

Aqui poderá descobrir quais as exposições temporárias que lhe mostram o mundo natural mais de perto ou como nunca o viu, graças à arte de fotógrafos, ilustradores e naturalistas portugueses. Pequenas maravilhas dentro de portas que nos inspiram.

 

Plasticus maritimus:

Quando: até 16 de Maio de 2017

Onde: Centro de Interpretação Ambiental Pedra do Sal, em Cascais

A exposição retrata uma espécie exótica e inovadora que tem proliferado em todos os oceanos e praias do mundo: o lixo plástico. Aqui poderá ver apenas uma pequena amostra das capturas realizadas ao longo de um ano nas praias de Cascais. Tal como acontece num Museu de História Natural, também neste caso se optou pela sua apresentação sob forma de coleções ou, em alguns casos, por conjuntos de cores. Espera-se assim, que os visitantes tenham uma maior perceção de diversidade e quantidade de objetos que vão dar às nossas praias, esperando torná-los mais sensíveis às boas práticas que podem contribuir para minimizar o problema.

Horários:
Terça a sexta-feira: 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00
Sábado e Domingo: 10h00 às 13h00 das 14h00 às 18h00
Feriado: 14h00 às 17h00

Conheça aqui Ana Pêgo, a bióloga marinha que criou o projecto “Plasticus maritimus”. Saiba por que passeia pelas praias do concelho de Cascais em busca de plástico que converte em arte.

 

 

Point of View:

Quando: até 26 de Maio de 2017

Onde: Parque da Pena (Sintra)

Esta é uma exposição colectiva de arte contemporânea com uma série de instalações estrategicamente colocadas em diferentes pontos do Parque da Pena. Reúne dez artistas de diferentes nacionalidades, reconhecidos internacionalmente: Alberto Carneiro (Portugal), Alexandre Farto/Vhils (Portugal), Antonio Bokel (Brasil), Bosco Sodi (México), Gabriela Albergaria(Portugal), João Paulo Serafim (Portugal), NeSpoon (Polónia), Nils-Udo (Alemanha), Paulo Arraiano (Portugal) e Stuart Ian Frost (Reino Unido). Nas instalações foram utilizados sobretudo materiais naturais existentes no próprio Parque. O grande objectivo é enriquecer a experiência dos visitantes ao levá-los a “perderem-se” no Parque, explorando as suas diferentes perspetivas e “pontos de vista”.

 

Da Natureza para o Papel:

Quando: de 6 a 27 de Maio

Onde: Galeria Municipal Paul Girol (Nazaré)

Esta é uma exposição de Marco Nunes Correia, ilustrador científico e naturalista premiado no país e no estrangeiro, e membro do Grupo do Risco.

Aqui poderá ver alguns dos trabalhos de ilustração científica que realizou nos últimos anos. Para além de mostrar os originais, junto de cada núcleo, estão expostos alguns dos suportes onde as ilustrações foram publicadas.

 

Borboletas: um património natural do concelho de Salvaterra de Magos:

Quando: até 31 de Maio

Onde: Galeria da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos

Conheça o mundo das borboletas com esta exposição de fotografias de João Bento. Aqui estão retratadas 33 espécies de borboletas, fotografadas no concelho. Para cada imagem há informação sobre a biologia de cada espécie. A mostra é uma iniciativa da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Bons locais para observar estas borboletas na natureza são o Bico da Goiva, a Barragem de Magos, o Convento de Jenicó e a Mata do Escaroupim.

Horários: 

Terça-feira a sábado: 09h00 – 12h30 e 13h30 – 17h00

Domingo: 14h00 – 17h00

 

Coexistir com os grandes carnívoros: O Desafio e a Oportunidade:

Quando: até 31 de Maio de 2017

Onde: Parque Tejo – Centro de Acolhimento e Interpretação do Tejo (Abrantes)

Visite a exposição com vários painéis com informação reunida por vários peritos internacionais sobre as quatro grandes espécies de carnívoros que vivem na Europa: Urso-pardo (Ursus arctos), Lobo (Canis lupus), Glutão (Gulo gulo) e Lince euro-asiático (Lynx lynx). Esta exposição foi inaugurada em Maio de 2015 no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e, desde então, tem percorrido várias cidades. Até final de Maio está em Abrantes, com a mensagem de que a coexistência entre estes grandes carnívoros e os humanos é bem possível.

Horários:

Todos os dias, das 09h00 às 17h30.

Saiba mais sobre esta exposição aqui.

 

 

Solo: Tesouro aos nossos pés: 

Quando: até 2 de Junho de 2017

Onde: Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Vila do Conde

A Exposição “Solo: Tesouro aos nossos pés” pretende dar a conhecer a toda a população este recurso tão precioso, o solo, através de 12 painéis. Através deles poderá fazer uma viagem mágica aos tesouros escondidos nos solos, ficando a saber mais sobre geologia, biologia, floresta, qual a ocupação dos solos em Vila do Conde, bem como sobre as suas áreas protegidas, a arqueologia e maiores ameaças.

Horários: 

Segunda a sexta-feira: 10h00-12h30 e 14h00-18h00.

Já conhece a petição a decorrer até Setembro deste ano, para travar a perda de solo fértil na Europa? A Wilder falou com a responsável portuguesa e conta-lhe aqui como pode ajudar.

 

Exposição de fotografia “Avifauna do Parque da Devesa”:

Quando: Até 4 de Junho de 2017

Onde: Galeria exterior da Casa do Território, no Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão

Conheça algumas das muitas fotografias que António Cruz tirou às mais de 80 espécies observadas no Parque da Devesa, num projecto que se iniciou em 2013. Desde então, António Cruz já registiu a presença de garças e patos, pica-paus e aves de rapina, galinhas-d’água e galeirões, andorinhas e andorinhões, petinhas e alvéolas, tordos e melros, felosas e toutinegras, chapins e pardais… Esta exposição procura incentivar uma relação de maior proximidade com as aves.

Leia aqui o artigo publicado na Wilder sobre este projecto.

 

Trilobites em Valongo, Um Rasto de História:

Quando: até 30 de Junho de 2017

Onde: Museu Municipal de Valongo

Inserida no programa comemorativo dos 180 Anos do Município de Valongo, esta mostra dá a conhecer os seres fascinantes que povoaram o território do concelho na Era Paleozóica, há centenas de milhões de anos, muito antes da existência dos dinossauros.

 

 

Exposição de fotografias International Garden Photographer Of The Year:

Quando: até 9 de Outubro de 2017

Onde: Parque de Monserrate (Sintra)

Conheça 39 imagens premiadas nesta competição de fotografia especializada em jardins, plantas e botânicas. As fotografias venceram nas categorias “Wildflower Landscapes” (Paisagens Silvestres), “Beautiful Gardens” (Jardins Belos), “The Beauty of Plants” (A Beleza das Plantas), “Bountiful Earth” (Terra Generosa), “Trees, Woods and Forests” (Árvores, Bosques e Florestas), “Breathing Spaces” (Espaços para Respirar) “Macro Art” (Arte Macro), “Wildlife in the Garden” (Vida Selvagem no Jardim), “Greening in the City” (O Verde na Cidade) e a categoria especial “Parques de Sintra”. As fotografias são apresentadas num painel com um formato de 1×1 metro, em suportes de madeira de acácia, de árvores que caíram na Serra de Sintra e que a Parques de Sintra aproveitou para este efeito. Entre as fotografias expostas, está a do vencedor geral da competição, Lee Acaster – que se inspirou no cenário do Parque Nacional de Snowdonia, no País de Gales – e duas da portuguesa Dina Vieira. Um 2.º lugar e uma Menção Elogiosa na categoria “O Verde na Cidade”, com as imagens “Roof Garden” e “Under The Bridge”, respetivamente.

 

Florestas Submersas:

Quando: até 22 de Outubro de 2017

Onde: Oceanário de Lisboa

Visite o maior “nature aquarium” do mundo, com 40 metros de comprimento e 160 mil litros de água doce, criado pelo japonês Takashi Amano (1954-2015). Aqui vivem mais de dez mil peixes e 46 espécies de plantas aquáticas. A obra do aquascaper japonês, que recria um rio tropical, pretende envolver os visitantes numa experiência “de contemplação e conservação da natureza, no seu estado mais puro de equilíbrio”, segundo o Oceanário. As florestas tropicais são dos habitats mais ricos e diversos da Terra, apesar de ocuparem menos de 6% da superfície do planeta. Apesar da sua importância ecológica, estes habitats são, provavelmente, dos mais ameaçados do mundo.

Horários: das 10h00 às 19h00

Veja aqui o making of desta exposição.

 

 

Francisco Arruda Furtado, discípulo de Darwin:

Quando: até 31 de Dezembro de 2017

Onde: Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa

Conheça um dos mais importantes naturalistas portugueses do século XIX, Francisco Arruda Furtado (1854-1887) e mergulhe no espírito da época. Três salas vão mostrar-lhe a relação de Arruda Furtado com Charles Darwin, a vida e obra do português e o que estudou sobre os Açores, arquipélago onde nasceu.

Horários:

Terça a sexta-feira: 10h00 às 17h00
Fim-de-semana: 11h00 às 18h00
Encerra à segunda-feira e feriados.

Estivemos na inauguração desta exposição. Saiba como foi.

 

 

Adaptações Botânicas:
Quando: até 31 de Dezembro de 2018

Onde: Estufa do Jardim Botânico de Lisboa

Descubra como alguns dos grupos mais fascinantes de plantas – as carnívoras, as stapelias e as orquídeas – se têm adaptado ao longo da evolução. Conheça as estratégias que desenvolveram para colonizar diferentes tipos de habitats e para obter nutrientes, para se protegerem de predadores e para atrair polinizadores. É graças a esta grande diversidade de adaptações que as plantas conseguiram ocupar todos os nichos ecológicos, tornando-se um exemplo de sucesso no planeta.

Horários:

Terça a sexta-feira: 10h00 às 17h00
Fim-de-semana: 11h00 às 18h00
Encerra à segunda-feira e feriados.

 

 
Agora é a sua vez.
Sabe de alguma exposição dedicada ao mundo natural que gostasse de ver nesta lista? Envie a sua sugestão para geral@wilder.pt. Obrigada!